segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Brasil cai em ranking global de trabalho escravo, mas registros aumentam no mundo

O Brasil caiu de posição no ranking global de trabalho escravo este ano, segundo relatório da ONG Walk Free Foundation, organização mundial que tem como missão acabar com a escravatura moderna. Na 143ª posição, o país registrou o número de 155,3 mil pessoas submetidas a condições degradantes de trabalho em 2014. No ano passado, o Brasil estava em 94ª, com 200 mil trabalhadores nesta situação. Em todo o mundo, a escravidão cresceu 20,13% e atingiu 35,8 milhões de pessoas em 167 países. A fundação criou o Índice de Escravidão Global, que classifica as nações de acordo com a proporção de escravos em relação à população. Entram na conta vítimas de trabalho forçado, tráfico humano, trabalho servil derivado de casamento ou dívida, exploração sexual e exploração infantil. Segundo o código brasileiro, o trabalho análogo à escravidão é aquele em que há submissão a condições degradantes, como jornada de 12 horas ou mais, servidão por dívida e com riscos no ambiente de trabalho.

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