segunda-feira, 15 de junho de 2015

Planalto tenta minimizar novo foco de atrito entre PT e PMDB



O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Edinho Silva, tentou minimizar a polêmica entre o PT e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), desencadeadas no final de semana, depois de ataques de lado a lado. Edinho disse que "não existe crise" e que a polêmica criada pela troca de declarações possam atrapalhar as votações no Congresso. No Congresso do PT, encerrado no sábado (13), Cunha foi vaiado. E, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, no domingo (14), o presidente da Câmara disse que não repetirá a aliança com o PMDB nas próximas eleições. Falou, ainda, que ser atacado pelos petistas é sinal de que está no "caminho certo". "Não tem mal-estar com Eduardo Cunha. O governo respeita a liderança do presidente Eduardo Cunha. Em uma democracia é natural que posições divergentes possam existir. Isso faz parte da democracia e é bom que haja diálogo", disse Edinho, acrescentando que não há divisão entre os partidos da base. O vice-presidente Michel Temer, do PMDB, foi na mesma linha, também tentando reduzir a tensão do ambiente. Questionado pelo Broadcast Político, sobre as declarações de Cunha de que o esvaziamento das funções do vice-presidente acarretaria em um rompimento da aliança, Temer respondeu: "Temos de acabar com isso (tensão), eu não tenho essa preocupação".

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